Existem dois tipos: a congênita e a adquirida. Na surdez congênita encontram-se aqueles que nascem surdos, e existem três grupos principais:
Hereditárias: Causadas por influências genéticas, por exemplo as síndromes geneticamente determinadas.
Pré-natais: Causadas por influências nocivas sobre o embrião durante o desenvolvimento, por exemplo: a mãe adquirir rubéola; citomegavírus; toxoplasmose; síflis; sofrer radiação; apresentar anemia severa; distúrbios metabólicos durante a gestação.
Perinatais: Causadas por influências que podem ocorrer no momento do nascimento, algumas horas, ou até nos primeiros dias de vida, por exemplo: falta de oxigenação no cérebro (anóxia), hipóxia, prematuridade, baixo peso, traumas de parto, kernicterus  (depósito de bilirrubina no sistema nervoso central) e eritroblastose fetal (incompatibilidade do fator RH).

Na surdez adquirida encontram-se aqueles que nascem com a audição normal, mas por algum fator patológico ou acidental perdem a audição.
Encontramos diversos fatores como: infecção viral, lesões e toxicidade farmacológica, entre outros.

Podemos citar alguns exemplos:
Otites: Infecções na orelha média ou externa;

Ototoxicidade: Uso prolongado de antibióticos: neomicina, gentamicina, estreptomicina, e também uso prolongado de diurético, analgésicos e antipirético;

PAIR: Perda auditiva induzida pelo ruído, corresponde ao agravo mais frequente à saúde dos trabalhadores. Está presente em diversos ramos de atividade, como indústrias, metalúrgicas, gráficas, motoristas, entre outros;

Trauma Acústico: é um dano no ouvido interno que pode ser causado pela exposição de ruídos com decibéis elevados e repentinos. Algumas lesões na cabeça podem causar traumas acústicos;

Doenças virais: caxumba, sarampo, catapora;

Paralisia Facial: Doenças viróticas: caxumba, sarampo, catapora.