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Para idosos, exercitar-se é importante mesmo que por 15 minutos, diz estudo

Mesmo atividades leves diminuem risco de mortalidade de idosos.
Idosos que fazem atividades leves têm risco de mortalidade 22% menor.

Até 15 minutos por dia de caminhada leve, natação ou passeio de bicicleta podem ajudar adultos mais velhos a viver por mais tempo, de acordo com uma revisão de pesquisas divulgadas na última semana, que concluiu que qualquer atividade física é melhor do que nada nessa faixa etária.

Para pessoas com mais de 60 anos, fazer exercícios de moderados a vigorosos está ligado a um risco 28% menor de morrer em um período de 10 anos, em comparação a ser completamente sedentário. Mas até os níveis mais baixos de exercícios estão ligados a uma redução de 22% no risco de mortalidade.
“Quando nossos pacientes mais velhos não conseguem fazer 150 minutos de atividade física de intensidade moderada por semana por causa de doenças crônicas, recomendamos que eles sejam tão fisicamente ativos quanto suas habilidades e condições permitam”, disse o autor principal da revisão, David Hupin, do departamento de fisiologia clínica e do exercício do Hospital Universitário de Saint-Etienne, na França, por e-mail. Mas a equipe de Hupin afirmou, em artigo publicado no “British Journal of Sports Medicine” que os 150 minutos de atividade física de moderada a vigorosa, sugeridos nas Diretrizes para Atividades Físicas para Americanos de 2008, podem ser demais para alguns adultos mais velhos, o que os desencorajaria a se exercitar. Os autores observam que mais de 60% dos idosos não seguem essas recomendações.